
A apresentação de uma grande variedade de frutos secos no Natal é mais do que uma questão gastronómica.
Os frutos secos têm uma ligação muito forte e particular com o solstício do Inverno.
Na antiga Roma, eram um presente habitual durante as celebrações e eram especialmente apreciados pelas crianças, que os valorizavam quer como brinquedos quer como comida.
Os rapazes divertiam-se a jogar ao berlinde com eles.
Entre as classes sociais mais elevadas, os frutos secos tornavam-se mais especiais por serem cobertos de ouro, e estes frutos secos dourados serviam quer como presentes quer como decorações.
Para os romanos, cada tipo de fruto seco tinha um significado especial:
As avelãs evitavam a fome, as nozes relacionavam-se com a abundância e prosperidade, as amêndoas protegiam as pessoas dos efeitos da bebida.
Os frutos secos têm uma ligação muito forte e particular com o solstício do Inverno.
Na antiga Roma, eram um presente habitual durante as celebrações e eram especialmente apreciados pelas crianças, que os valorizavam quer como brinquedos quer como comida.
Os rapazes divertiam-se a jogar ao berlinde com eles.
Entre as classes sociais mais elevadas, os frutos secos tornavam-se mais especiais por serem cobertos de ouro, e estes frutos secos dourados serviam quer como presentes quer como decorações.
Para os romanos, cada tipo de fruto seco tinha um significado especial:
As avelãs evitavam a fome, as nozes relacionavam-se com a abundância e prosperidade, as amêndoas protegiam as pessoas dos efeitos da bebida.
Por isso, os frutos secos que colocamos à mesa no Natal são mais do que simples alimentos, é um antigo costume romano que promete a ausência de fome, pobreza e protege contra os excessos da bebida.
Hoje deixarei algumas receitas onde os frutos secos entram na confecção, por isso quando estiverem a comer nozes, avelâs ou amêndoas lembrem-se do seu significado.
Hoje deixarei algumas receitas onde os frutos secos entram na confecção, por isso quando estiverem a comer nozes, avelâs ou amêndoas lembrem-se do seu significado.

Castanhas salteadas com Cogumelos
500 grs. de castanhas congeladas
1 cebola pequena
80 grs. de cogumelos frescos
pimenta moída na altura q.b.
sal q.b.
50 grs. de bacon cortado em cubinhos
50 grs. de margarina
1 litro de caldo de carne
1 cebola pequena
80 grs. de cogumelos frescos
pimenta moída na altura q.b.
sal q.b.
50 grs. de bacon cortado em cubinhos
50 grs. de margarina
1 litro de caldo de carne
Confecção :
Coza as castanhas durante 5 minutos no caldo de carne (1 cubo e meio para 1 litro de água). Escorra e reserve.
Aloure os cubinhos de bacon numa frigideira. Depois de estarem douradinhos, junte a margarina e a cebola finamente picada.
Quando esta estiver translúcida, introduza as castanhas e deixe alourar um pouco. Junte os cogumelos laminados às castanhas. Tempere com sal e pimenta e deixe saltear durante 10 minutos, mexendo de vez em quando.
Sirva como acompanhamento de carnes assadas no forno.


Bolos Podres de Natal
receita da região do Ribatejo
receita da região do Ribatejo
750 g de farinha de trigo
3,5 dl de azeite
250 gr de açúcar
2 dl de água
5 gr de canela
5 gr de erva-doce
amêndoas a gosto
Preparação:
Num tacho levam-se ao lume todos os ingredientes com excepção da farinha, do açúcar e das amêndoas. Deixa-se levantar fervura.Tem-se a farinha peneirada com o açúcar num alguidar e escalda-se com a mistura anterior a ferver. Amassa-se tudo muito bem e tende-se a massa em pequenos bolos de forma cónica, no cimo dos quais se pode espetar amêndoas a gosto.Colocam-se os bolos num tabuleiro e levam-se a cozer em forno quente.
Deixam-se arrefecer um pouco e depois passam-se por açúcar.

Migas Doces
receita da região de Trás os Montes e Alto Douro
12 ovos
18 colheres de sopa de açúcar
125 gr de miolo de noz
canela a gosto
Preparação:
Preparação:
Misturam-se os ovos com o açúcar e batem-se ligeiramente. Deita-se a mistura num tacho e leva-se a lume brando até começar a engrossar. Retira-se o preparado do lume e mexe-se um pouco mais. Deita-se na travessa. Parte-se o miolo de noz, esfregando-o entre as mãos, e junta-se ao doce.
Serve-se polvilhado com canela.
Bolo Pai Natal
120 gr Margarina ou Manteiga
200 gr Açúcar
3 Ovos
200 gr Tâmaras em tiras
50 gr Nozes em quartos
50 gr Amêndoas em palitos
2 colheres (sopa) de vinho do Porto
fermento
2 colheres de café Fermento em pó
2 dl Leite
Sal q.b
(Pôr os frutos secos a macerar com o vinho do Porto antes de começar a preparação)
Confecção :
200 gr Açúcar
3 Ovos
200 gr Tâmaras em tiras
50 gr Nozes em quartos
50 gr Amêndoas em palitos
2 colheres (sopa) de vinho do Porto
fermento
2 colheres de café Fermento em pó
2 dl Leite
Sal q.b
(Pôr os frutos secos a macerar com o vinho do Porto antes de começar a preparação)
Confecção :
Bater a margarina ou manteiga com o açúcar até obter uma massa leve e esbranquiçada; juntar as tâmaras, nozes e amêndoas que estiveram a macerar antes.
Juntar o fermento com a farinha e peneirar, misturar alternadamente a farinha e o leite, mexer até estar tudo bem misturado.
Cozedura: cozer em forma, com 25 a 30 cm de diâmetro, untada, a 180º (forno médio) +- 60 minutos.
Nota:
Bem embalado e no frigorífico este bolo conserva-se 1 a 2 semanas.
Bem embalado e no frigorífico este bolo conserva-se 1 a 2 semanas.






Entre emoções, recordam-se os ausentes e os que se foram para sempre, os pensamentos voam distantes, relembrando nossos entes mais queridos.
A amizade e o lado bom do ser humano é exaltado em palavras carinhosas e cheias de virtudes,entremeadas de abraços, sorrisos e beijos, quando também não faltam lágrimas de emoção ou de evocação...É o espírito de Natal, tornando os corações mais sensíveis e humanos, doces e suaves, compreensíveis e generosos, amigos e solidários, tolerantes e amorosos!





Assim, acendendo a vela de Natal, simboliza-se Jesus, Luz do mundo e Luz dos povos, Luz: das próprias vidas, por isso mais uma vez vos desafio neste Natal a colocarem bastantes velas na vossa casa de modo a que a Luz de Jesus possa brilhar e aquecer o vosso Natal.
Cristo disse:


A tradição popular acabou virando mania e transformou-se em peça de decoração de árvores de Natal, mesmo nos países tropicais.

Depois, regressaram à sua terra por outro caminho, com medo da reacção de Herodes.


Os romanos reforçaram este hábito, aumentando o volume e valor das ofertas. 


Representam o fogo purificador que regenera e renova , dando-nos esperança.








Mais tarde o Pai Natal, velhote, alegre e robusto foi associado à figura de São Nicolau. Este bispo turco teve um percurso característico, tendo ajudado os pobres e as crianças, oferecendo-lhes presentes e dinheiro. A sua generosidade deu origem a lendas segundo as quais ele visitaria a casa das crianças no dia 6 de Dezembro para lhes deixar presentes.
Um aspecto curioso da figura é que a cor definitiva dos trajes do Pai Natal é bastante mais recente do que se imagina e tem uma origem pouco ortodoxa.
Nos anos 30, a Coca-Cola contratou um publicitário para criar a imagem da marca para a campanha de Inverno. Deste modo, as cores da empresa ficaram associadas para sempre à figura do Pai Natal, o encarnado e o branco.


A lareira não podia deixar de estar ligada ao Natal, basta pensarmos no sapatinho colocado na chaminé, ou nas meias penduradas nas mesmas, ou até mesmo na lenda do Pai Natal descendo pela chaminé ou então, assim como eu já disse no post dos cartões de Boas festas, tenho o hábito de colocar os cartões na lareira, de modo a enfeitá-la.
