14 abril 2009

ensinar a viver, ensinar a crer


Formar uma família cheia de amor, carinho e aceitação é uma responsabilidade séria e importante.
O crescimento e desenvolvimento moral dos nossos filhos dependem das lições e ensinamentos que receberem em casa.
Felizmente nenhum de nós está sozinho. A força e a orientação divinas estão sempre à nossa disposição.
Façamos com que o nosso lar possa transformar-se no reflexo do plano de Deus para todos nós.
Ao tratar os membros da nossa família como seres espirituais, enriquecemos a nossa vida e fortalecemos o nosso coração.
Quer pertençamos a uma Igreja, quer pratiquemos as nossas crenças de outra forma, Deus deseja abençoar as nossas famílias com a paz e o sentido que só a fé pode dar à vida.
Com a ajuda de Deus poderemos encontrar um lugar de adoração, oração e acção de graças no nosso dia-a-dia, aproximando mais de Deus, e uns dos outros, todos os membros das nossas famílias.
A oração é o laço espiritual que liga as famílias ao amor de Deus.
Orar juntos aproxima-nos mais uns dos outros e do plano de Deus.

13 abril 2009

Coisas pequenas




Um pássaro pequenino pode encher o espaço com o seu chilreio.
Uma pequena semente pode dar origem a uma árvore grande e frondosa e, depois, a uma grande floresta.
Uma simples nota pode mudar toda uma sinfonia e transformá-la num hino à majestade de Deus.
Uma lágrima pode mover e amolecer o coração mais duro e endireitar o rumo incerto de uma vida.
Um sorriso pode ser uma semente de esperança, uma raíz de ânimo, uma fonte de coragem para alguém que já tinha baixado os braços e parado de lutar.
Uma pequena conversa com o Senhor pode produzir uma grande salvação para muitas pessoas e mudar o destino eterno de muitas almas.
Uma pequena pincelada pode transformar uma pintura banal numa grande obra de arte.
Uma criança acabada de nascer pode mudar uma família e vir a fazer toda a diferença numa nação, num continente e até no mundo todo: foi assim com Moisés, com Samuel e especialmente com o Senhor Jesus Cristo.
Uma mulher simples pode ser uma ferramenta eficaz nas mãos de Deus.
Uma fé pequena como um grão de mostarda pode transportar uma grande montanha.
Se te sentes como uma coisa pequena, talvez Deus queira fazer uma coisa grande com a tua vida... grande e valiosa... como um tesouro





"Pequeno sou e desprezado; contudo, não me esqueço dos teus preceitos."


Salmo 119:141

10 abril 2009

Páscoa renovação





Dias de Luz,

Tempo de renovação,


Ressureição de Cristo,

Simbolo eterno vivo em cada coração!




Que nesta Páscoa

as esperanças se renovem
e a Paz seja realidade
na mente de cada fiho de Deus!



Uma Santa e feliz Páscoa!






09 abril 2009

Páscoa




Páscoa, a Ressureição de Jesus



Seus ensinamentos:


Fraternidade

Solidariedade
Perdão

Compaixão

Amor incondicional





Páscoa


Uma pausa para meditar,

fortalecer a fé,

lembrar dos entes queridos...
lembrar dos amigos!




Um dia abençoado

com muito amor e paz no coração.

Votos de uma Páscoa Feliz!





07 abril 2009

Páscoa Feliz!!!





A Páscoa é sem dúvida a festa cristã!
A Páscoa é a Celebração da Ressurreição de Cristo e da Vida que Ele nos dá!



Não há nada melhor na vida do que conhecer Jesus e tê-lo como o nosso amigo especial, aquele que fez por nós aquilo que mais ninguém faria...



Ele é o nosso AMIGO Especial!
Jesus merece toda a honra, glória e louvor!!!





Uma Curiosidade da Páscoa...Um dos símbolos da Páscoa... o coelhinho da Páscoa tem um “mistério”.
Esta tradição foi trazida para a América por imigrantes alemães em meados do século XVIII.
O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.




Uma outra lenda conta que uma mulher pobre pintou alguns ovos para os oferecer aos seus filhos e escondeu-os num ninho.
Quando as crianças encontraram o ninho, saltou de lá um grande coelho.
Eles pensaram que o coelho é que trouxe os ovos. Alguém duvida?




Já no antigo Egipto, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida.
Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertilidade que os coelhos possuem.
Geram grandes ninhadas!

Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, pensou-se que nada melhor do que o coelho, para simbolizar a fertilidade.



Embora estas coisas sejam uma “gracinha” para a pequenada e às vezes até nós, os mais crescidos, ficamos encantados com um pouco de fantasia...Importa que nada ocupe O LUGAR MAIS IMPORTANTE – JESUS!!!






05 abril 2009

Os gansos...




Amigos como nós temos tanto a aprender com os animais!!!




Quando os gansos selvagens voam em formação de um "V", eles o fazem a uma velocidade 70% maior do que se estivessem voando sozinhos. É que à medida que cada pássaro bate as suas asas, é criada uma "sustentação’’ para o pássaro que o segue.
Quando o ganso que está no ápice do "V" fica cansado, ele (ou ela) passa para trás da formação e outro ganso voa para a posição de ponta.
Durante o voo, os gansos da retaguarda grasnam para encorajar aqueles que vão à frente a manterem as suas velocidades.
Os gansos acompanham os fracos.
Quando um deles fica doente ou ferido ou é abatido, no mínimo outro ganso sai da formação e segue-o na descida, para ajudá-lo e protegê-lo.
Ele permanece na sua companhia até que ele possa voar novamente.
Então ele vai em busca de uma outra formação ou se integra ao próprio grupo.
Sendo nós parte de uma equipa, também podemos utilizar adequadamente os recursos disponíveis, para que o fruto do nosso trabalho ganhe em qualidade.
Se tivermos senso de comunidade como os gansos, saberemos revezar-nos na execução das tarefas difíceis compartilhando uma direcção comum.
Da próxima vez, quando virmos uma formação de gansos voando, lembremo-nos que é uma recompensa, um desafio e um privilégio fazer parte de uma equipa.







02 abril 2009

O amigo...





O amigo é uma bênção que nos cabe cultivar em clima de gratidão...
Quem diz que ama e não procura compreender e nem auxiliar, nem amparar e nem servir, não saiu de si mesmo ao encontro do amor em alguém.
A amizade verdadeira não é cega, mas se vê defeitos nos corações amigos, sabe amá-los e entendê-los mesmo assim.
Teremos vencido o egoísmo em nós, quando nos decidirmos a ajudar os entes amados a realizarem a felicidade própria, tal qual entendem eles deva ser a felicidade que procuram, sem cogitar de nossa própria felicidade.
Em geral, pensamos que nossos amigos pensam como pensamos, no entanto, precisamos reconhecer que os pensamentos deles são criações originais deles próprios.
A ventura real da amizade é o bem dos entes queridos.
Assim como espero que os amigos me aceitem como sou, devo de minha parte, aceitá-los como são.
Toda vez que buscamos desacreditar esse ou aquele amigo, depois de havermos trocado convivência e intimidade, estaremos desmoralizando a nós mesmos.
Em qualquer dificuldade com as relações afectivas é preciso lembrar que toda criatura humana é um ser inteligente em transformação incessante, e por vezes, a mudança das pessoas que amamos não se verifica na direcção de nossas próprias escolhas.
Quanto mais amizade nós dermos, mais amizade receberemos.
Se Jesus nos recomendou amar os inimigos, imaginemos com que imenso amor nos compete amar aqueles que nos oferecem o coração.





01 abril 2009

comandante???




Havia um pai que possuía uma barca para transporte de escravos e dois filhos que trabalhavam com ele.
Um dos seus filhos era o capitão da barca, o outro simplesmente conduzia os escravos para dentro da barca e os colocava no porão da mesma.
O filho condutor era sempre cobrado intensamente pelo pai, qualquer detalhe era suficiente para que o pai o ofendesse, o chamasse de incompetente, etc...
Ao contrário, do outro filho ele não exigia absolutamente nada.
O filho condutor irritava-se com facilidade, insinuando que merecia posto melhor dentro da barca, que não acreditava que ele, sendo filho, merecesse ficar ali junto dos escravos enquanto o seu irmão vivia no bem-bom da embarcação, mal sabendo das cobranças que seu irmão recebia.
Certo dia, o filho condutor resolveu questionar o pai :
- Por que o meu irmão é capitão da barca enquanto eu fico ali sujo, malcheiroso, junto dos escravos ?
O pai, ao invés de responder-lhe, deu-lhe uma tarefa:
- Filho, estou a escutar um barulho lá no porão que não é normal.
Será que poderias verificar o que se trata ?
O filho aborrecido pela falta de resposta, saiu para ver o que se tratava .
Alguns minutos depois voltou e disse ao pai que era simplesmente uma gata que havia parido alguns filhotes.
O pai insistiu:
- Quantos filhotes são ?
O filho mais uma vez aborrecido foi verificar e voltou dizendo que eram 5 gatinhos...
O pai perguntou novamente:
- 5 gatinhos ? Quantos machos e quantas fêmeas ?
O filho estava cada vez mais em cólera, mas novamente foi verificar. Voltou dizendo que eram 4 machos e 1 fêmea.
O pai, testando a paciência do filho perguntou-lhe:
- Será que sabes como essa gata foi parar no porão?
O filho, cada vez mais irritado foi e não descobriu como ela havia entrado na barca.
O pai obtendo estas respostas chamou o filho capitão e em frente ao filho condutor disse-lhe :
- Capitão, estou escutando um barulho lá no porão que não é normal.
Será que poderias verificar do que se trata ?
O filho capitão foi e após alguns minutos retornou dizendo :
- Pai, precisas ver que gracinha, uma gata que entrou na barca no último porto que estivemos, foi-se alojar no porão para dar à luz cinco gatinhos : 4 machos e 1 fêmea.Tem 3 malhadinhos e 2 pretinhos. Precisas ver que gracinha são os gatinhos...
O pai olhando para o filho condutor, disse-lhe:
- Entendes-te agora o porquê de teres o emprego que tens?"
Às vezes estamos tão preocupados com o que os outros estão a fazer que nos esquecemos da importância de executarmos e bem, todas as actividades que nos são confiadas, pois é na fidelidade ao pouco que Deus nos oferece mais e mais !
E tu nasceste para comandar ou ser comandado ???

31 março 2009

Flor amarela






Como alguns de vocês sabem, eu moro numa quinta e temos 1 hectare de terreno.
Para quem não sabe quanto é um hectare são 10 000 metros.
É muito terreno… e como tal, nem todo o terreno está “arranjado”.

Há muitas ervas daninhas, principalmente silvas que crescem a olhos vistos.




Um dia observando essa parte do terreno que não está arranjado, fiquei comovida ao identificar no meio de tantas ervas daninhas, que se sobreponham já umas às outras, uma linda flor de cor amarela.


Não era difícil identifica-la , a sua cor e forma contrastavam enormemente com as ervas de coloração verde que a rodeavam.


Deve ter sido naturalmente o vento que levou alguma semente das minhas flores e ela ali se desenvolveu no meio do “nada”.
Durante alguns minutos essa súbita observação suscitou em mim uma série de reflexões:
pensei no quanto estamos num mundo difícil de se viver e no quanto é importante nós não podermos deixar-nos sufocar pelos problemas.



Conclui que por muito que o mundo esteja cheio de ervas daninhas, nós não temos que nos tornar uma delas.

Não importa qual sejam as dificuldades haverão sempre flores amarelas...

Quando deixamos de percebê-las é porque a pretensão de achar que sabemos tudo nos tapa os olhos.
Nisso, perdemos um pouco da nossa identidade e passamos a achar o nosso lugar ruim de viver.


Invejamos o jardim do vizinho. Achamos que seríamos mais felizes com uma outra casa, um outro carro, um outro emprego... vã ilusão!



Poucos são os jardins onde não existem ervas daninhas.
O que torna uns mais belos que os outros é tão somente a maneira como os observamos e a capacidade que temos, ou não, de identificar as flores no meio das ervas daninhas.




Vale a pena reflectir sobre isto!!!






30 março 2009

Receita






Receita eficaz para eliminar manchinhas da alma.

Ingredientes:



1 litro de ternura;

1 litro de óleo concentrado de paciência;

1 quilo de perdão em pó;

1 litro de essência de amizade;

1 litro de temperança;

2 litros de bom-humor;

3 litros de extracto de solidariedade humana;

1 litro de esperança;

2 litros de tolerância;

10 pitadas de sorrisos espontâneos;

2 litros de essência de Amor Universal;

1 folha de papel de carinho, do seu tamanho.

Modo de Fazer:



Misture o amor, o perdão e os sorrisos espontâneos no caldeirão que se encontra bem no fundo do seu coração.

Passe os outros ingredientes por uma peneira bem grossa e adicione-os aos do caldeirão.

Leve o caldeirão a lume alto da sua bondade, mexendo sempre, até alcançar o ponto de pasta cremosa.

Deixe a pasta esfriar um pouco, até ficar morninha.



Abra a folha de papel de carinho e besunte-a com a pasta.

Deite-se sobre a folha de papel de carinho e enrole-se nela.

Suspire bastante, profundamente.



Relaxe.

Pense em momentos alegres. Naqueles que fizeram com que você risse sonoramente.

Pense naqueles outros que fizeram com que você se derretesse de ternura.



Sinta o gosto de mel de abelhas simpáticas.

Sinta o perfume das flores que você acha bem bonitas.

Sinta a temperatura de uma noite de verão estrelada.



Ouça a música alegre do rouxinol encantado.

Mantenha o seu coração pleno de emoções boas.



Aguarde mais ou menos meia hora, até que a pasta cremosa e a folha de papel de carinho tenham sido completamente absorvidas.


Resultado:


Depois de mais ou menos meia hora você perceberá que todas aquelas manchinhas que a aborreciam em relação ao próximo, ao bem conviver no Planeta terão desaparecido.


Caso uma ou outra ainda persista, repita a receita e elas acabarão desaparecendo por completo.





29 março 2009

O elefante




Já alguma vez observaram um elefante no circo?


Durante o espectáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo.



A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia com facilidade, arrancá-la do solo e fugir.



Que mistério!
Por que o elefante não foge?




Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia encontrado a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno.



Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantezinho puxou, forçou, tentando soltar-se. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair.




A estaca era muito pesada para ele. E o elefantezinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espectáculo.




Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Para que ele consiga quebrar os grilhões é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio por exemplo.



O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse.



Isso muitas vezes acontece connosco!
Vivemos acreditando num montão de coisas que não podemos ter! que não podemos ser! que não vamos conseguir..., simplesmente porque, quando éramos crianças e inexperientes, algo não deu certo ou ouvimos tantos nãos que a corrente da estaca ficou gravada na nossa memória com tanta força que perdemos a criatividade e aceitamos o "sempre foi assim..."




Poderia dizer que o fogo para nós seria: a perda de um emprego, ou algum outro problema ou algo que nos fizesse sair da zona de conforto.



A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras, colocar muita coragem no coração e não ter receio de arrebentar as correntes!




Não espere que o seu "circo" pegue fogo para começar a movimentar-se.
Vá em frente!





26 março 2009

O piquenique



Uma família de tartarugas decidiu organizar um piquenique.
As tartarugas, sendo naturalmente lentas, levaram sete anos para se prepararem para o passeio.
Finalmente a família de tartarugas saiu de casa para procurar um lugar apropriado.
Durante o segundo ano da viagem encontraram um lugar ideal!
Por aproximadamente seis meses limparam a área, desembalaram a cesta do piquenique e terminaram os arranjos.
Então descobriram que tinham esquecido o sal.
Um piquenique sem sal seria um desastre, todas concordaram.
Após uma longa discussão, a tartaruga mais nova foi escolhida para voltar a casa e pegar o sal, pois era a mais rápida das tartarugas.
A pequena tartaruga lamentou, chorou, e esperneou.
Concordou em ir mas com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse.
A família aceitou e a pequena tartaruga saiu.
Três anos se passaram e a pequena tartaruga não tinha voltado.
Cinco anos... Seis anos... Então, no sétimo ano da sua ausência, a tartaruga mais velha não aguentava mais a sua fome. Anunciou que ia comer e começou a desembalar um sanduíche.
Nessa hora, a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou:
- Viu! Eu sabia que vocês não iam esperar por mim.
Agora é que eu não vou mesmo buscar o sal.
Descontando os exageros da história, na nossa vida as coisas acontecem mais ou menos da mesma forma, não é?
Nós desperdiçamos nosso tempo esperando que as pessoas vivam à altura de nossas expectativas.
Ficamos tão preocupados com o que os outros estão a fazer que deixamos de fazer nossas próprias coisas.

Vale a pena reflectir sobre isto.
Bom fim de semana!

25 março 2009

Culpado? Inocente?






Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.



Na verdade, o autor do crime era uma pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento procurou-se um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.



O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca.
Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas hipóteses de sair vivo desta história.




O juiz, que também fora comprado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que este provasse sua inocência



.- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar a sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO.
Você tirará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto.
O Senhor decidirá o seu destino - determinou o juiz.





Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma hipótese de o acusado se livrar da forca.
Não havia alternativas para o pobre homem.




O juiz colocou os dois papéis numa mesa e mandou o acusado escolher um.
O homem pensou alguns segundos e, pressentindo a "vibração", aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente o colocou na boca e engoliu.





Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
- Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber o seu veredicto?



- É muito fácil. - respondeu o homem - Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário.
Imediatamente o homem foi libertado.





MORAL DA HISTÓRIA:
Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até ao último momento. Saiba que, para qualquer problema, há sempre uma saída. Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar.
Vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir.




24 março 2009

Os sapos...


Num certo lugar, havia um bando de sapos habitando um poço.
A boca desse poço era muito estreita e não permitia ter a ampla visão do exterior, sendo possível apenas ver um pedaço do céu azul.
Certo dia, um sapo que morava num lago, em sua caminhada, passou por esse poço e olhou lá para dentro .
- Quem está aí? perguntou um dos sapos de dentro do poço.
-Sou o sapo que veio do lago. Por que tu moras num lugar tão apertado como este disse lá de cima o sapo do lago.
-Lago? O que é lago? Onde existe isso?, perguntaram do poço.
-O lago é um lugar que tem bastante água. Não é muito longe daqui. Tanto que pude vir passear até aqui.
-O lago é grande?
-Se é grande? É bem maior do que isto!
-Que tamanho tem? Dessa pedra? perguntaram apontando uma das pedras que cercavam a boca do poço.
-Imaginem! Vocês acham que é assim tão pequeno?
- Então deve ser desse tamanho, e apontaram um pedaço de tábua que tinha caído no poço.
-Não é assim tão pequeno, não.
-Então tem o tamanho deste poço inteiro?
-Claro que não. Tem uma extensão biliões de vezes maior do que este poço. Daqui também dá para ver o lago. Venham até aqui, que eu mostro-vos. Assim respondeu o sapo do lago.
Mas os sapos do poço não quiseram acreditar. E começaram a gritar ruidosamente em coro:
-Onde já se viu tamanho absurdo? Tu deves ser mentiroso. Deves estar tramando alguma coisa contra nós. Não queremos mais saber da tua conversa. Vai-te embora daqui!
Sendo todos nós filhos de Deus, na verdade deveríamos estar a viver num oceano vasto e sem restrições.
Mas estamos vivendo num mundo cheio de inconveniências, insatisfações, provações e deficiências em todos os sentidos, porque nos iludimos a nós próprios e nos negamos a sair para o oceano da Verdade, como os sapos do poço desta fábula.


23 março 2009

Desejo...



Desejo nesta semana




Paciência para as dificuldades



Tolerância para as diferenças



Benevolência para os equívocos



Misericórdias para os erros


Perdão para as ofensas



Equilíbrio para os desejos



Sensatez para as escolhas


Sensibilidade para os olhos



Delicadeza para as palavras



Coragem para as provas


Fé para as conquistas



E amor para todas as ocasiões

22 março 2009

Alegria...


A medicina tem comprovado que pelo menos 20 minutos de bons pensamentos, afecta o sistema imunológico das pessoas.
Os anticorpos tornam-se mais resistentes, tornando as pessoas saudáveis.
Mas o mais interessante é que a Bíblia diz isso mesmo.
Como sempre a Palavra de Deus está sempre à frente da sabedoria humana.
Em Provérbios 17:22 está escrito:
"O coração alegre é bom remédio".
A alegria de Deus em nossas vidas é saúde.
Possamos então pensar em coisas boas, em coisas que edifiquem, em coisas que inspirem... Não tenhamos maus pensamentos.
Não sejamos daqueles que sofrem antecipadamente, através de perigos imaginários.
Tenhamos a mente de Cristo.
Aquele pensar que visa a glória de Deus.


prémios e miminhos ganhos