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04 outubro 2011

Uma boa amizade...



Ele não passava de um garotinho levado.
Adorava pendurar-se nos galhos das árvores para se balançar.
Vivia com os cabelos ao vento e os pés descalços. Tinha uma alma doce, toda amor.
Chamava-se Guilherme Augusto Araújo Fernandes e morava ao lado de um asilo de idosos.
Ele conhecia todos os que moravam lá. E gostava de cada um deles de uma maneira especial.
Gostava da sra. Silvano que tocava piano. E do sr. Cervantes que sempre lhe contava histórias arrepiantes.
Também do Sr. Valdemar que andava de um lado a outro com um remo, como se houvesse um lago por perto, para remar.
Ajudava a Sra. Mandala a ir de um lado para outro, apoiada em sua bengala.
E admirava o Sr. Possante com sua voz de gigante.
Mas a pessoa de quem ele mais gostava era a sra. Antónia Maria Diniz Cordeiro. É que ela tinha quatro nomes, como ele.
Ele a chamava de dona Antónia e lhe contava todos os seus segredos.
Um dia, Guilherme augusto ouviu seus pais conversarem a respeito da sua amiga.
E entre uma frase e outra, descobriu que dona Antónia tinha perdido a memória.
A mãe comentou que não era de admirar. Afinal, ela estava com 96 anos de idade!
Guilherme quis saber o que era a memória e o pai lhe disse que era alguma coisa da qual a pessoa se lembra.
A resposta não satisfez o menino, que foi perguntar para a sra. Silvano.
"É algo quente", meu filho, "muito quente", foi a resposta.
O Sr. Cervantes lhe disse que era uma coisa muito, muito antiga.
E o sr. Valdemar informou que era uma coisa que fazia chorar, chorar muito.
Para a sra. Mandala, era uma coisa que fazia rir, rir bastante.
Já o Sr. Possante lhe disse que a memória era alguma coisa que valia ouro.
Então o garoto foi para sua casa e começou a procurar memórias para dona Antónia, já que ela havia perdido as suas.
Procurou uma caixa de sapatos cheia de conchas, guardadas há muito tempo, e as colocou numa cesta.
Também colocou uma marionete e a medalha que seu avô lhe tinha dado um dia.
Também para a cesta foi a sua bola de futebol, que valia ouro.
E até um ovo fresquinho, ainda quente, retirado debaixo da galinha.
Aí Guilherme augusto foi visitar dona Antónia e deu a ela, uma a uma, cada coisa da sua cesta.
Ela ficou emocionada com os presentes daquela criança admirável. E começou a se lembrar.
Segurou o ovo ainda quente, entre suas mãos, e contou para o menino sobre um ovinho azul, todo pintado, que havia encontrado uma vez, dentro de um ninho, no jardim da casa de sua tia.
Encostou uma das conchas no ouvido e lembrou da vez que tinha ido à praia de autocarro, há muito tempo, e como sentira calor com suas botas de amarrar.
Pegou nas mãos a medalha e recordou, com tristeza, de seu irmão mais velho, que tinha ido para a guerra. E nunca mais voltou.
Sorriu para a marionete e lembrou da vez em que mostrara uma para sua
irmãzinha, que rira às gargalhadas.
Conseguia lembrar até do detalhe do mingau escorrendo pela boca risonha da menina.
Ela jogou a bola de futebol para Guilherme e lembrou do dia em que se conheceram. E recordou de todos os segredos que haviam compartilhado.
Guilherme Augusto e dona Antónia sorriram e sorriram, pois toda a memória perdida tinha sido encontrada.
E por um menino que nem era tão sábio, nem tão velho.
Era simplesmente um menino que amava os idosos e sabia ser amigo.
***
Para se brindar alguém com alegria, não há necessidade de somas exageradas de dinheiro, nem de dotes especiais.
Para fazer feliz a vida de alguém é suficiente uma dose de tempo, uma pitada de amor e um pouquinho de imaginação.
Em resumo: uma bela amizade.

19 setembro 2011

Amizade é...



Ą Ąмizαđє É cσмσ σ Ąмσr:
  

Gµαrđα µм qµê đє мisτέriσ...
  

Sãσ cσмσ ρlαnταs đєlicαđαs qµє đєvєм sєr tratadas є cµlτivαđαs cσм τσđσ σ cαrinђσ!

05 setembro 2011

Os amigos...



Todos nós temos algumas necessidades fundamentais que precisam ser satisfeitas. A primeira delas é termos consciência de que precisamos nos relacionar uns com os outros, de que não estamos sós e fazemos parte de uma comunidade. Em segundo lugar, precisamos nos consciencializar de que somos capazes de alcançar importantes objectivos e oferecer alguma contribuição àqueles que nos rodeiam.

Os amigos são vitais em nossa vida. Não podemos viver sem eles. A amizade melhora o nosso bem estar físico, mental e espiritual.

Bons relacionamentos contribuem para mantermos a saúde bem e ainda curam as depressões. Assim como os perfumes alegram a vida, a amizade sincera dá ânimo para vive. Provérbios 27.9.

Não possuir amizades de qualidade é ruim para a saúde, o ânimo, a produtividade e a longevidade de todos nós. Portanto, sempre invista em suas amizades. Elas contribuirão para sua própria felicidade. Os nossos amigos podem desempenhar alguns papéis em nossa vida que servirão de preciosa ajuda em nossa caminhada. O segredo é não querer que eles sejam perfeitos em todas as áreas. Afinal, nós também não somos

30 maio 2011

10 rosas





Ofereço 10 rosas
aos meus amigos que passam por aqui!


Uma pela amizade...



Uma outra pelo Amor...



Uma pelo dinheiro...

Uma outra pela felicidade...


Uma pela popularidade...



Uma pela beleza...



Outra para o conhecimento...





Uma para a família...




Uma pela honestidade...




E uma última por uma vida longa...



Tenham um óptimo dia!

20 maio 2011

Amizade...



Amizade

Não é receber, é dar.

Não é magoar, é incentivar.

Não é descrer, é crer.

Não é criticar, é apoiar.

Não é ofender, é compreender.

Não é humilhar, é defender.

Não é julgar, é aceitar.

Não é esquecer, é perdoar.

Amizade..., É simplesmente AMAR

prémios e miminhos ganhos