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21 junho 2010

Amor de mãe

Queridos amigos recebi este mail da minha cunhada e fiquei tão chocada... que resolvi coloca-lo no meu cantinho.

Penso que as imagens falam por si e não serão precisas palavras.


AMOR DE MÃE...
NA AMAZÓNIA


EM ÁFRICA




NA ÍNDIA


NO OCEANO






E NO PARQUE DE ESTACIONAMENTO DO LIDL




29 abril 2009

O preço do Amor!!!




Uma tarde, um menino aproximou-se da sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito. Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu o seguinte:


- Cortar a relva do jardim: 3 Euros
- Limpar o meu quarto esta semana; 1 Euro
- Por ir ao supermercado em seu lugar: 2 Euros
- Por cuidar do meu irmãozinho enquanto você foi às compras: 2 Euros
- Por tirar o lixo toda a semana: 1 Euro
- Por ter uma caderneta com boas notas: 5 Euros
- Por limpar e varrer o quintal: 2 Euros


- TOTAL DA DÍVIDA: 16 Euros
A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa.

Finalmente, ela pegou num lápis e no verso da mesma nota escreveu o seguinte:


-Por trazer-te 9 meses em meu ventre e dar-te a vida - NADA
-Por tantas noites sem dormir,curar-te e orar por ti - NADA
-Pelos problemas e pelos prantos que me causaste - NADA
-Pelo medo e pelas preocupações que me esperam - NADA
-Por comida, roupas e brinquedos - NADA
-Por limpar-te o nariz quando andavas constipado - NADA


-CUSTO TOTAL DE MEU AMOR - NADA


Quando o menino terminou de ler o que a sua mãe havia escrito tinha os olhos cheios de lágrimas.


Olhou nos olhos da mãe e disse:

- "Eu te amo, mãe!!!"

Logo depois, pegou num lápis e escreveu com uma letra enorme:
"TOTALMENTE PAGO"

Assim somos nós adultos, como crianças, querendo recompensa por boas acções que fazemos. É difícil entender que a melhor recompensa é o AMOR que vem de Deus.


E para nossa sorte é GRÁTIS.


Basta querermos recebê-Lo em nossas vidas!

Que Deus, abençoe todos vocês no dia de hoje e sempre, e não devemos esquecer do AMOR universal que nos é cedido pelo PAI!

27 abril 2009

Mãe profissão triunfante!!!




Há algum tempo atrás uma amiga sabendo da minha profissão (mãe a tempo inteiro) mandou-me esta mensagem que eu achei uma delícia e que passo a partilhar com vocês.




Uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista e pediram-lhe para mencionar qual a sua profissão.


Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.


-O que eu quero saber é se tem um trabalho, insistiu o funcionário.

-Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne. Sou mãe.

-Nós não consideramos "mãe" um trabalho. Vou colocar Dona de casa ou doméstica, disse o funcionário friamente.


Não voltei a lembrar-me desta história até ao dia em que me encontrei em situação idêntica.


A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.


-Qual a sua ocupação? perguntou.

Não sei o que me fez dizer aquilo; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:

-Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e Relacções Humanas.

A funcionária fez uma pausa, caneta de tinta permanente a apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.

Eu repeti pausadamente enfatizando as palavras mais significativas.

Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.

-Posso perguntar, disse-me ela com novo interesse, o que faz exactamente?Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:


-Desenvolvo um programa a longo prazo, em laboratório e no campo experimental.Sou responsável por uma equipa (a minha família), e já recebi quatro projectos (todas meninas).



Trabalho em regime de dedicação exclusiva, o grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24...).

Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente me abriu a porta.

Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipa - uma de 13 anos, outra com 7 e outra com 3.

Do andar de cima, pude ouvir o meu novo projecto (uma bébé de 6 meses), testando uma nova tonalidade de voz.



Senti-me triunfante! Pensei na glória da maternidade, com as múltiplas responsabilidades e horas intermináveis de dedicação...

"Mãe, onde está o meu sapato?", "Mãe,ajuda-me a fazer a lição?", "Mãe o bébé não pára de chorar." "Mãe você vai-me buscar à escola?", "Mãe você compra...?" Mãe... Mãe...Maternidade... que carreira gloriosa!


Então começei a pensar, se eu era Doutora em Desenvolvimento Infantil e Relacções Humanas as avós deveriam ser chamadas de Doutoras Séniores em Desenvolvimento Infantil e em Relacções Humanas; as bisavós em Doutoras Executivas Séniores, as tias em Doutoras Asssistentes e todas as mulheres, mães, esposas, amigas e companheiras, Doutoras na arte de fazer a vida melhor!



Numa altura em que se dá tanta importância aos títulos, em que se exige sempre maior especialização, na área profissional... TORNA-TE UMA ESPECIALISTA NA ARTE DE AMAR!


"Não te preocupes por não poderes dar aos teus filhos o melhor de tudo...Dá a eles o teu melhor".



Dedico este texto a todas as mães e que Deus vos abençoe muito!!!




28 outubro 2008

~Mães...



Muito se fala a respeito das mães e do poder do seu amor.
Um dos casos mais significativos com certeza, foi relatado pela doutora Elisabeth Kübler-Ross.
No hospital onde trabalhava, encontrou uma senhora portadora de uma doença terrível e que já havia sido internada dez vezes.
Cada vez que passava um período no centro de terapia intensiva, todos os médicos e enfermeiras, apostavam que ela iria morrer. Contudo, após as crises, melhorava e voltava para casa.
O pessoal do hospital não entendia como aquela mulher continuava resistindo e não morria.
Então certo dia, a senhora Schwartz explicou que o seu marido era esquizofrénico e agredia o filho mais novo, cada vez que tinha um dos seus ataques.
Ela temia pela vida do filho, caso ela morresse antes que o menino alcançasse a maioridade.
Se morresse, o marido seria o único tutor legal do filho. Ela ficava imaginando o que aconteceria com o rapaz nas mãos de um pai com tal problema. É por isso que ainda não posso morrer, concluiu.
O que mantinha aquela mulher viva, o que lhe dava forças para lutar contra a morte, toda vez que ela se apresentava, era exactamente o amor ao filho.
Como deixá-lo nessas circunstâncias?
Por isso, ela lutava e lutava sempre. A doutora, observando emocionada o sofrimento físico e moral daquela mulher, resolveu ajudá-la providenciando um advogado para que aquela mãe, tão preocupada, transferisse a custódia do menino para um parente mais responsável.
Aliviada, a paciente deixou o hospital infinitamente agradecida por poder viver em paz o tempo que ainda lhe restava.
Agora, afirmou, quando a morte chegar, estarei tranquila e poderei partir.
Ela ainda viveu pouco mais de um ano, depois abandonou o corpo físico em paz, quando o momento chegou.
A história de vida desta mulher, faz-nos recordar de todas as heroínas anónimas que se transformam em mães, em nome do amor.
Daquelas que trabalham de sol a sol, catando papel nas ruas, trabalhando em indústrias ou fábricas e retornam para o lar, no início da noite para servir o jantar aos filhos pequenos. Supervisionar as lições da escola, cantar uma canção enquanto eles adormecem em seus braços.
E as mães de portadores de deficiências física e mental que dedicam horas e horas, todos os dias, exercitando os seus filhos conforme a orientação dos profissionais, apenas para que eles consigam andar, mover-se um pouco, expressar-se.
Mães anónimas, heroínas do amor.
Todos nós que estamos na terra, devemos a nossa existência a uma criatura assim. E quantos de nós temos ainda que agradecer o desenvolvimento intelectual conquistado, o diploma, a carreira profissional de sucesso, a maturidade emocional, fruto de anos de dedicação incomparável.



Quem desfruta da alegria de ter ao seu lado na terra sua mãe, não se esqueça de honrar-lhe os dias com as flores da gratidão.
Se os dias da velhice já a alcançaram, encha-lhe os dias de alegria. Acaricie os seus cabelos nevados com a ternura das suas mãos.
Lembre-lhe que a sua vida se enobrece graças aos seus exemplos signos, os sacrifícios sem conta, as lágrimas vertidas dos seus olhos.
E, colhendo o perfume leve da manhã, surpreenda-a dizendo: bendita sejas sempre, minha mãe.
Que Deus abençoe todas as mães!

16 outubro 2008

Ah essas mães...




Quando nos vem à mente uma figura de mãe, sempre surge acompanhada de um misto de divino e humano.
É muito rara a pessoa que não se comova diante da lembrança de sua mãe.
Meninos que abandonaram o lar por motivos variados e vivem nas ruas, quando evocam suas mães, uma onda de ternura invade-lhes o ser.
Por que será que as mães são essas criaturas tão especiais?
Talvez seja porque elas têm o dom da renúncia...
Uma mãe consegue abrir mão de seus interesses para atender esse serzinho indefeso e carente que carrega nos braços.
Mas as mães também têm outras características muito especiais. Um coração de mãe é compassivo.
A mãe sempre encontra um jeito de socorrer seu filho mesmo quando a vigilância do pai é intensa.
Ela alivia o castigo, esconde as traquinices, defende, protege, arruma uns trocos a mais.
Sim, uma mãe sempre tem algum dinheiro guardado mesmo convivendo com extrema necessidade, quando se trata de socorrer um filho.
Mães são excelentes guarda-costas. Estão sempre alerta para defender seu filho do coleguinha "terrorista", que quer puxar seu cabelo ou obrigá-lo a emprestar o seu brinquedo predilecto...
Quando a criança tem um pesadelo no meio da noite e o medo o apavora, é a mãe que corre para acudir.
As mães são um pouco fadas, pois um abraço seu cura qualquer sofrimento, e seu beijo é um santo remédio contra a dor...
Para os filhos, mesmo crescidos, a oração de mãe continua tendo o poder de remover qualquer dificuldade, resolver qualquer problema, afastar qualquer mal.
No entender dos filhos, as mães têm ligação directa com Deus, pois tudo o que elas pedem, Deus atende.
O respeito às mães perdura até nos lugares de onde a esperança fugiu.
Onde a polícia não entra, as mães têm livre acesso, ainda que seja para puxar a orelha do filho que se desviou do caminho recto. Até o filho bandido respeita sua mãe e reverencia-lhe a imagem quando ela já viajou para o outro lado da vida.
Existem mães que são verdadeiras escultoras. Sabem retirar da pedra bruta que lhe chega aos braços a mais perfeita escultura, trabalhando com o cinzel do amor e da ternura.
Ah, essas mães! Ao mesmo tempo que têm algo de fadas, também têm algo de "bruxas"... Elas adivinham coisas a respeito de seus filhos que eles desejam esconder de si mesmos. Sabem quando querem fugir dos compromissos, inventam desculpas e tentam enganar com suas falsas histórias... É que os filhos se esquecem de que viveram nove meses no ventre de suas mães e por isso elas os conhecem tão bem.
Ah, essas mães!
Mães são essas criaturas especiais que Deus dotou com um pouco de cada virtude para atender as criaturas não menos especiais, que são as crianças.
As mães adivinham que a sua missão é a mais importante da face da Terra, pois é em seus braços que Deus deposita Suas jóias, para que fiquem ainda mais brilhantes.
Talvez seja por essa razão que Deus dotou as mães com sensibilidade e valentia, coragem e resignação, renúncia e ousadia, afecto e firmeza.
Todas essas são forças para que cumpram a grande missão de ser mãe. E ser mãe significa ser co-criadora com Deus, e ter a oportunidade de construir um mundo melhor com essas pedras preciosas chamadas filhos...


Deus abençoe todas as mães!

Beijos



prémios e miminhos ganhos